quarta-feira, 18 de julho de 2007

Robert Nesta Marley, mais conhecido como Bob Marley, (Saint Ann, 6 de fevereiro de 1945 — Miami, 11 de maio de 1981) foi um cantor, guitarrista e compositor jamaicano. Ele é o mais conhecido músico de reggae de todos os tempos, famoso por popularizar o gênero. Grande parte do seu trabalho lidava com os problemas dos pobres e oprimidos. Ele foi chamado de "Charles Wesley dos rastafaris" pela maneira com que divulgava a religião através de suas músicas.
Bob foi casado com Rita Marley (uma das "I Threes", que passaram a cantar com os Wailers depois de eles alcançarem sucesso internacional). Ela foi mãe de quatro de seus doze filhos(2 adotados), os renomados Ziggy e Stephen Marley, que continuam o legado musical de seu pai na banda Melody Makers. Outro de seus filhos, Damien Marley (vulgo "Jr Gong") também seguiu carreira musical

terça-feira, 17 de julho de 2007



O Amor por um desporto tão único.....pa sempre

História do Bodyboard

O Bodyboard nasceu no ano de 1971, e o seu pai foi Tom Morey. Tomas Morey estava pegando onda na Califórnia, como fazia sempre. Um belo dia ele vacilou e quebrou a prancha, e para ser considerado um dos melhores, continuou pegando onda com sua prancha quebrada, dropando a onda deitado sobre a mesma... Assim surgia o MOREY ( nome originado de seu sobrenome: Tomas MOREY ) Boogie. Tom nasceu em Detroit ( Estados Unidos ) e mais tarde mudou-se com a sua família para Laguna Beach na Califórnia para se libertar de toda aquela pressão citadina que se vivia em Detroit. Atualmente Tom Morey vive em Kona, na maior ilha do Hawaii, Oahu. Tom formou-se em Engenharia Mecânica pela Southern California University e trabalhou como Engenheiro de Rockets para a Douglas Aircraft. Ele foi um dos melhores surfistas nos anos 50 e em 1964 abriu a sua própria Surf Shop dedicando-se 100% aos seus desenhos. Em 1971 depois de ter introduzido varias inovações nas pranchas de surf e de ter apresentado previsões futurísticas sobre pranchas na "Surfer Magazine", desenhou algo totalmente diferente , a primeira prancha de Bodyboard. Esta era feita com pedaços de espuma de polyesthylene que derretia sobre jornais com um ferro quente. A "Boogie Board" tiveram de imediato um Buum de vendas estrondoso em todo o país (Estados Unidos). A manufatura das pranchas foi assegurada pela Kransco Corporation e Tom exigiu que cada novo modelo tivesse imprimido o ano Bahai de fabricação (136,139,..). Tom é, e era um devoto á religião budista, e caracteriza as ondas como seres vivos que nos fornecem dados que nos possibilitam prever o futuro, e criou a "Boogie Board" por ser possível através dela um contato harmonioso entre nós e as ondas. No Brasil o Bodyboard teve um grande impulso com Xandinho, grande Bodyboarder e incentivador do esporte. Depois surgiu Guilherme Tâmega botando pra dentro de todos os tipos de ondas, local do posto 5 de Copacabana e hoje tetra campeão mundial. O Bodyboard feminino do Brasil então nem se fala, dominam o circuito mundial de ponta a ponta. Este desporto maravilhoso não para de crescer e hoje em dia já existem milhares e milhares de praticantes em todo o mundo. Hoje em dia está havendo um movimento contrário ao de tempos atrás, quando várias pessoas começavam no Bodyboard e depois iam para o surf, o que acontece agora é o inverso, vários surfers estão mudando para pegar onda deitado e poder encarar qualquer tipo de mar e ficar o mais dentro do tubo possível, onde só um Bodyboarder pode ir.

quinta-feira, 5 de julho de 2007


S. Jacinto Forever

São Jacinto é uma freguesia portuguesa do concelho de Aveiro, com 13,02 km² de área e 1 016 habitantes (2001). Densidade: 78,0 hab/km². São Jacinto está numa península, estando a Este desta a Ria de Aveiro e a Oeste o Oceano Atlântico, o acesso a Aveiro é assegurado diariamente por via aquática, através de lanchas diárias de transportes de passageiros, e pela estrada nacional N327 que faz a ligação com a freguesia da Torreira, concelho de Murtosa, e a cidade de Ovar mais a Norte.Localiza-se nesta freguesia a Reserva Natural das Dunas de São Jacinto e o CNFA (Campo Nacional de Formação Ambiental) do CNE.

terça-feira, 3 de julho de 2007



Curiosidades acerca do bodyboard

Back-Flip: Ao dar um mortal, o atleta volta-se de costas para a onda e acaba com uma volta de 180º.
Cut Back: Uma curva que o "bodyboarder" faz para voltar à parte crítica da onda.
Floater: O "bodyboarder" flutua sobre a espuma da onda.
Drop: Descida da onda para dar início à execução de manobras.
Drop-knee: Mesma manobra, só que praticada de joelhos.
Bottom turn: Movimento após o "drop", que consiste em virar a prancha para apanhar a linha da onda.
360°: Manobra mais básica do "bodyboard". Consiste em dar uma volta de 360º sobre o eixo da prancha.360º Invertido: Consiste no mesmo que um 360º, só que para o lado inverso da onda.
El rollo: O atleta roda sobre a onda.
ARS (Aerial Roll Spin): O ARS é um movimento que combina um "El Rollo" e um "360º" juntos, num movimento em projecção aérea.

O Bodyboard.....

Existem relatos do século XV que mostram habitantes da Polinésia a “surfar” deitados em pequenas tábuas rudimentares, que eram consideradas “pranchas do povo”, já que apenas a realeza podia “surfar” em pé e em pranchas maiores. No século XX, as pranchas passam a ser feitas de diversos materiais, mas coube a Tom Morey, considerado o pai do "bodyboarding" moderno, criar a primeira prancha. Tudo começou em 1971, quando Morey deixou a indústria de pranchas de "surf" onde trabalhava, na Califórnia, e se mudou para o Havai disposto a seguir a carreira de baterista. No entanto, não conseguia deixar de pensar numa forma de fazer uma prancha mais veloz e capaz de ser “surfada” de uma outra forma. Quando vivia na Big Island, Tom Morey apercebeu-se que tinha diante de si ondas perfeitas, mas não tinha prancha. Descobriu então que podia moldar o polietileno com uma faca eléctrica e um ferro de engomar. Na ânsia de conseguir fazer a prancha perfeita, experimentou esculpi-las o mais largo possível, com bicos quadrados, para assim se tornarem mais fortes e as mesmo tempo seguras. As bordas de 45 graus foram inspiradas num tipo de prancha chamada "Hot Curl", dando assim um aspecto inovador à sua invenção.Depois de pronta, Tom Morey não perdeu tempo e correu para o mar com a sua nova prancha. Era o dia 9 de Julho de 1971 e assim nascia o "bodyboard".

sexta-feira, 29 de junho de 2007

No surf, acima de qualquer característica, é preciso ser paciente. Qualquer tipo de surf, no competitivo e mesmo no surf livre. Não são raros os momentos em que é preciso passar dias seguidos sem se poder surfar. Por vezes os factores conjugam-se: partiu-se a nossa única prancha; para depois entrar um tempo desgraçado com uma ondulação enorme e desordenada; para depois parar o vento e não haver ondas; para depois ficarmos atolados de trabalho; entra a época de frequências; o patrão arranjou um novo contrato… ou um empecilho do género: um familiar importante faz a sua festa de anos no fim de semana desocupado, e a festa é em Trás os Montes! (Guarda para ser mais específico, no meu caso…) As mulheres e as namoradas são normalmente quem leva com a carga de stress extra: só para no momento em que podíamos estar com elas, sairmos de casa quase em fuga, agarrados à prancha com um sorriso de orelha a orelha, sem nos apercebermos muito bem que o tempo todo que não tivemos para fazer surf também não tivemos para elas. No meu caso sou sortudo: ela gosta que eu faça surf, até gosta de ver! O que muitas vezes me dá a bela da oportunidade de nem lhe dar hipóteses de fazer planos – Olha! Queres ir ver-me fazer surf amanhã! Vai ser o único dia bom no resto da semana toda! Depois já não podes ver mais! – É capcioso, sim, mas o que é querem? Ela gosta de mim à mesma!Depois, dentro do mar, a paciência é uma característica que choca com vários factores. O ideal é não haver pressão competitiva, estarem condições óptimas e não haver mais nenhum surfista a disputar as nossas ondas. Isso é possível? Sim, se bem me lembro já me aconteceu aí umas… três vezes! Na realidade já foram mais, mas para quem vive em Lisboa também cresce mais um factor, gasolina (ao preço do caviar), quanto mais longe de Lisboa, menos gente apanhamos, para sul melhor ainda, para norte nem por isso, lembra as aulas de geografia dos 10º anos, o litoral e a densidade populacional. Na realidade, a comunidade surfista é bastante mobilizada, mas ainda se encontram sítios bons sem ninguém. É difícil é conjugar o tempo que temos com o tempo que há, com a capacidade de deslocação, e eu sou um tipo com tempo! Mas normalmente o surf é feito com muita gente à volta – para mim, cinco pessoas que eu não conheça numa onda já é muita gente! A onda vem e é preciso ter paciência para que aqueles que estão mais perto do pico apanhem a onda. Assim passamos nós para o pico para depois esperar que como sempre, o esperto mor que está a voltar não nos dê a volta ao pico antes de vir a nossa onda, porque senão temos de andar a sair de posição só para ficarmos com a onda, e nada nos diz que alguém não nos vá dropinar! Aquelas coisas do surf!Estou aqui a escrever isto, num dia em que não há competição no Havaí, por isso vai ficar adiada uma decisão importante, para nós fãs do surf (até porque a decisão final está em Pipe): se o Tiago vai ou não para o WCT, se o Justin já com uma prestação bem boa (e cheia de paciência) vai ajudar. Estamos todos ansiosos, leitores e escritores no Ondas, fazemos contas, as nossas rezas, macumbas, cumprimos pequenas superstições e até se fazem promessas, e ao encontramo-nos aqui com vidas diferentes, visões diferentes do mundo e do surf, conseguimos encontrar pontos em comum para além da evidente paixão pelo desporto, que nos ligam, que nos fazem ficar ansiosos, da mesma maneiras pelas mesmas razões… como uma comunidade criada em ansiedade